Domingo, 29 de Agosto de 2010

"Declarei-me inocente no julgamento da minha vida, onde todas as provas me indicaram como culpada. Fui a única responsável pelo crime de ter deixado de viver.

Aprendi a sorrir utilizando apenas os músculos que circundam os lábios e obrigam os mesmos a esboçar o sorriso e desaprendi a juntar o olhar e o pior… não sei sorrir com o coração."

 

"Mas quem sou eu? Estive tão ocupada a tentar enterrar as coisas más em mim que não deixei espaço para simplesmente ser."

 

 

"É pesado acordar nestas manhãs que odeio tudo! Acordo a pensar que te odeio, que odeio o meu trabalho, o meu ordenado, o meu corpo e os meus vícios, a minha vida e todas as minhas escolhas.

Odeio-me por pensar que deves ir… onde tu quiseres, mas para longe de mim. Odeio-me por achar que te odeio, e odeio a ideia de querer estar a fazer outra coisa da minha vida! Odeio não ter a coragem de me culpar a mim e só a mim e odeio não arregaçar as mangas e fazer o que quer que seja que quero que esta vida seja!

 

Odeio ouvir as portas a bater e tu insistes em bater com as coisas, ou arrastar as mesas, não podes parar de fazer barulho? Preciso de silêncio. Não me consigo ouvir!"

 

"Não conheço ninguém que me tenha dado o mínimo de valor, foi a este sentimento que fui habituada, não quis mais, nem melhor, era isto que eu conhecia e foi isto que trouxe para a minha vida!"

 

Se não se sabe o que vê na outra pessoa para quê continuar???

 

 

 



publicado por maaf às 23:59
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